A cidade ficou atrás do corpo

(debruçado, com sede de mar).
E mesmo sem salvo-conduto
sem o limpo peito da gaivota
e a nostalgia do navegador
a alma respira as pedras do porto.



Um comentário:

Marianna disse...

nossa. primeira vez que eu leio um poema sobre o mar que eu acho que sei o que quis dizer (já que eu não conheço).
a alma respira as pedras do porto ficou sensacional, João. parabéns